(...)
É este então o fim, meu bem. Nada que aconteça numa lentidão observável.
Será demorado, mas será um absurdo. Um fio de tempo estendendo-se no
limbo permanente. Um fim que nascerá todo dia em caótico desarranjo com a
paciência. Um fim desmedido e perpetuado na inconsciência humana,
rasgando os lençóis antigos da simbólica realidade.
Um fim sem par, amor.
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