As pessoas chapadas estão, com seus pequeninos olhos quase fechados, atingindo a visão da sintonia. Atingem a sensibilização de outro patamar em si mesmas, dentro da própria pele formigante um conjunto inesgotável de astros que se entrechocam e na explosão criam universos inteiramente complexos que saem pelos olhos, quase como fogo.
As pessoas chapadas estão rindo de suas verdades que surgem, uma duas tres, linearmente e entrecruzadas. Elas podem dançar em cima dos incertos nevoeiros de conforto que suavizam seus passos e as fazem se perguntar se estão de fato firmes ao chão. Mas existe chão?
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